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Ao nascer, a RVI – Rádio Vineland Internacional presta uma homenagem à um admirador do Rádio e de sua história. Falamos do saudoso Joaquim Adão Hugo de Lima. Oficial do Exército, radioamador e tradicionalista gaucho. Natural da pequena Machadinho, à época distrito de Lagoa Vermelha, no Rio Grande do Sul, Joaquim Adão Ugo de Lima provou que nascer em uma cidade pequena não impede ninguém de alçar longos voos.

Como militar, Lima frequentou a Escola de Comunicação do Exército, no Rio de Janeiro, e lá concluiu os cursos de comunicação, mecânica de rádio, mecânica de radar, eletrônica e televisão. Por ter se formado como primeiro aluno de sua classe, recebeu uma bolsa de estudos nos Estados Unidos, onde morou durante um ano, para aprimorar seus conhecimentos em eletrônica, radar e micro-ondas. Ao voltar para o Brasil, foi convidado a atuar no Instituto Militar de Engenharia (IME).

Uma de suas grandes paixões foi o radioamadorismo, que começou a praticar em 1956, e transmitiu o apreço a vários de seus familiares. Na Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão (Labre), exerceu diversos cargos de administração e representação, além de conquistar o respeito de toda a comunidade radioamadorística. Graças a seus esforços, uma das ruas de Curitiba, cidade em que passou a residir nos anos 70, foi batizada com o nome do brasileiro que muitos consideram como inventor do rádio, padre Roberto Landell de Moura. Na capital paranaense, ajudou a implementar diversas entidades ligadas à atividade, como o Grêmio de Radioamadores do Colégio Estadual do Paraná e a Escola Paranaense de Radioamadorismo, que funcionava em parceria com o antigo Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet).

Integrou, desde o fim da década de 1950, a organização filosófica Ordem Rosa Cruz Amorc, e, em 1994, recebeu o título de Grão-Mestre Honorário da maçonaria.

Apesar de nutrir um grande carinho por Curitiba, Joaquim, assim como muitos rio-grandenses, celebrava a sua terra. Foi um dos fundadores do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Vinte de Setembro, e deu muitas palestras sobre o tradicionalismo telúrico. Muito patriota, era membro da Liga de Defesa Nacional e fazia questão de votar em todas as eleições, mesmo após completar 70 anos.

Teve forte participação em atividades filantrópicas e dedicou parte de seu tempo a fundações culturais, assistências e emissoras de rádio e televisão educativas e comunitárias. Bondoso, deixava as portas de sua casa sempre abertas a amigos e parentes do interior que vinham para a cidade estudar. Chegou, inclusive, a oferecer abrigo para um sem-teto durante um período.

 Junto da esposa, Elma, já falecida, e dos filhos, a quem deixou o legado da honestidade e da ajuda aos menos favorecidos, gostava de viver rodeado pela natureza, com o canto dos pássaros. Aos netos (e depois aos filhos deles), ensinava os nomes de árvores e frutas. Também adorava gatos, que lhe faziam companhia em volta de sua poltrona.

Deixou, inacabado, um livro sobre a genealogia de sua família. Sua contribuição em terra, porém, foi de infinitas páginas.

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